Ela diz ir bastante longe nos filmes em que há uma real coerência com sua maneira de ver as coisas e de sentir. É sua responsabilidade de artista, diz, e também uma forma de liberdade. “Fiz um pacto comigo mesma de nunca vender minha alma a quem quer que seja. Isso pode parecer grandiloquente ou patético, mas é a verdade. Sempre quis fazer exclusivamente coisas em que acredito. É uma forma de idealismo moral: é preciso que haja algo de sagrado”, afirmou.

Charlotte Rampling por Fernando Eichenberg.