Go Girl Go!

“Somente quem ja´ viveu uma grande desilusao amorosa tem historia para contar.”

—Fanny Ardant.

Tristeza na beleza

Eu me conscientizava de que o sentido da beleza era inseparável de uma tristeza singular, como se a experiência estética fosse uma lembrança de uma perda do paraíso que criasse uma aspiração — mas em relação a que, eu não era capaz de dizer.

Por Peter Brook. de seu livro Fios do Tempo.

“Um pouco de possivel, ou eu sufoco.”

—Gilles Deleuze.

Ser Artista.

Um artista é simplesmente alguém que é incapaz de fazer as coisas do jeito que todo mundo faz.

Por Robert Bresson.

perfil de hoje no Caderno G/Gazeta do Povo. Carolina Fauquemont por Helena Carnieri.

perfil de hoje no Caderno G/Gazeta do PovoCarolina Fauquemont por Helena Carnieri.

Allons-y

  • Vladimir: Então, devemos partir? (Alors, on y va?) (Well, shall we go?)
  • Estragon: Sim, vamos. (Allons-y.) (Yes, let's go.)
  • Eles não se movem. (Ils ne bougent pas.) (They do not move.)
  • (cena final da peça de Samuel Beckett/Esperando Godot.)

O que eu sinto

Hoje em dia tento dizer a mim mesma que o que eu sinto não é muito importante. Agora já li isso em muitos livros: o que sinto é importante, mas não é o centro de tudo. Pode ser até que eu entenda essa ideia, mas não acredito nela com convicção suficiente para orientar minhas ações em função dela. Gostaria de acreditar nisso com mais convicção.

Por Lydia Davis. trecho de seu conto O que eu sinto.

“A felicidade esta´ fora da felicidade.”

—Fernando Pessoa.

Elsa tem o nariz do Marlon Brando. foto de Marco Novack da peça da Vigor Mortis: Marlon Brando Whiskey, Zumbis e Outros Apocalipses em cartaz em Curitiba.

Elsa tem o nariz do Marlon Brando. foto de Marco Novack da peça da Vigor Mortis: Marlon Brando Whiskey, Zumbis e Outros Apocalipses em cartaz em Curitiba.

Despencar do Sonho

Em geral, me excitam mais os preparativos do que a viagem em si. Talvez porque neles a imaginação seja muito poderosa, e tudo é possível antes de se colocar em movimento. Os preparativos se parecem àquele momento extraordinário de liberdade que vivenciamos ao começar a escrever um texto, e não ignoramos que assim que colocamos o lápis no papel seremos prisioneiros do território verbal e moral contido na primeira linha. De todo modo, também gosto de viajar; viajar para despencar do sonho.

Por Enrique Vila-Matas

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